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BLOGANDO FRANCAMENTE


| sexta-feira, abril 08, 2016







Por Marcelo Faria -07/04/2016










Com a Venezuela falida graças ao socialismo e sem energia graças à falta de investimentos no setor de geração de energia, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, decretou que todas as sextas-feiras dos próximos dois meses serão feriado, numa tentativa desesperada de poupar energia no país, o qual tem sofrido blecautes constantes mesmo tendo a maior reserva de petróleo do mundo. 

Críticos da medida apontam que a nova semana de quatro dias úteis tornará ainda pior a recessão econômica, escassez de alimentos e remédios e a inflação de 270% ao ano. A medida acontece logo depois de Maduro ter decretado a semana de Páscoa inteira como feriado e ter ordenado que os shopping centers gerem sua própria energia. 






As noticias:


DALLAS - No Texas, as fazendas eólicas estão gerando tanta energia que algumas estão dando eletricidade. A professora primária Briana Lamb espera até seu relógio marcar 21h para ligar as máquinas de lavar louça e roupas. Ele não paga nada por isso até as 6h. Kayleen Willard, que trabalha com cosméticos, tira seus aparelhos da tomada quando vai trabalhar de manhã. Às 21h, liga tudo de novo. Já herri Burks, gerente de um escritório de advocacia, mantém um marcador amarelo no termostato da casa com a seguinte informação: “Depois das 21h, não importa o que você fará. Você pode fazer uma festa após as 21h”.


Essas três mulheres são apenas três dos milhares de clientes da TXU Energy que são a vanguarda de uma tentativa ousada de mudar a forma como as pessoas consumem eletricidade. O plano da TXU de energia de graça durante a noite, que é contrabalançada com tarifas mais caras durante o dia, é uma das dezenas de ofertas feitas por mais de 50 empresas de energia no Texas nos últimos três anos e que têm um objetivo simples: fazer com que os clientes gastem menos quando o preço no varejo é mais alto e usem seus aparelhos quando o custo é menor.






Isso é possível porque o Texas tem mais energia eólica do que qualquer outro estado americano, que responde por quase 10% da eletricidade gerada no estado. Só o Texas, em todo os Estados Unidos, gere toda a sua eletricidade e mal conecta sua rede ao restante do país, de modo que o excesso de energia gerada pelos ventos tem que ser consumido no estado. 


Os ventos sopram com mais força à noite e a energia que geram não tem custo devido à sua abundância e subsídios fiscais federais. Uma mudança no uso energético, se afastando do horário de pico, significa menores preços no varejo e a possibilidade de evitar a construção de mais usinas de alto custo. 


— É uma relação ganha-ganha para a empresa e o cliente — disse Omar Siddiqui, diretor de eficiência energética do Electric Power Research Institute, um grupo industrial sem fins lucrativos. 
REDUÇÃO DE CUSTOS 
Para as usinas eólicas, dar energia não é uma ação altruísta. A desregulamentação no Texas tem estimulado intensa concorrência na disputa por clientes. Ao incentivar o uso de energia durante a noite, as empresas reduzem alguns dos encargos e custos gerados pelo excesso de oferta eólica na rede elétrica. 


Experiências similares estão em testes em outros lugares. Na Itália, clientes da Enel podem receber prêmios se gastarem menos energia do que um determinado patamar nas horas de maior demanda. 


Em Maryland, a Baltimore Gas & Electric permite que seus clientes ganhem crédito em suas faturas por cada quilowatt-hora economizado nos horários de pico. O programa é dirigido pela Opower, que gere programas semelhantes para outras empresas. 


Em Worcester, em Massachusetts, a National Grid instalou sistemas de gerenciamento doméstico de energia da Ceiva Energy em cerca de 11 mil lares, conectando aparelhos como tomada inteligente, termostatos de última geração e molduras digitais que mostram o uso de energia da casa junto com as fotos. 


Mas nenhum mercado foi tão longe quanto o do Texas, que conduz um amplo experimento energético que tornou possível a distribuição quase universal nos últimos anos de leitores residenciais inteligentes capazes de receber e transmitir informações sobre eletricidade.


— O Texas tem os ombros e a cabeça de vantagem sobre qualquer um com ofertas realmente úncias para o consumidor — disse Soner Kanlier, especialista em varejo energético da DNV GL, uma consultoria de Oslo, na Noruega.

O Texas é um mercado energético único, o que permite inovar mais do que outros. De longe, é o mais desregulado do país, com muitos concorrentes no varejo famintos por conseguir novos consumidores e para manter os antigos.

— Você pode ser verde e agir de forma verde — disse Scott Burns, diretor sênior de inovação da Reliant Energy, que tem planos para oferecer incentivos para elevar o uso da eletricidade à noite e nos fins de semana.

Especialistas em energia dizem que os medidores inteligentes ainda não atingiram todo o seu potencial e que fizeram pouca diferença no uso energético total. Em muitos casos, as empresas detêm monopólios e tarifas fixas e não querem que os consumidores sejam cooptados por fontes de energia renováveis, por isso dão pouco incentivo ao uso de novas fontes de energia de forma criativa, dizem especialistas. O que o Texas tenta fazer é uma exceção, embora os analistas digam que ainda não é possível avaliar o impacto dessa experiência.

— Os consumidores americanos querem ter opções — disse Jim Burke, diretor-presidente da TXU. — A escolha do consumidor, com seus impactos e benefícios, vai levar ao futuro da indústria de energia. Mas o ritmo em que isso vai acontecer ainda é desconhecido.E executivos falam abertamente que o alcance de seus planos residenciais de eletricidade é uma ferramente de marketing.

— Todos nós estamos tentando crescer e é um mercado muito competitivo — disse Manu Asthana, presidente da divisão residencial da Direct Energy, que oferece ao consumidor vários planos diferentes.

Propagandas na TV, no rádio, nas estradas e nas mídias sociais prometem lazer, refrigeração e gastronomia de graça algumas horas do dia.

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Por CAntonio 4/08/2016 05:33:00 AM

| quinta-feira, abril 07, 2016





Bolivar Lamounier pede a Janot a Prisão de Lula por compra de votos.





SR. PROCURADOR:
Valho-me da presente para encarecer a necessidade de uma intervenção urgente e enérgica por parte de Vossa Excelência no sentido de coibir a compra de votos de deputados federais orquestrada e conduzida pelo Sr. Luís Inácio Lula da Silva.

Praticada às escâncaras, em plena luz do dia, sem qualquer disfarce ou rebuço, a referida ação vem sendo amplamente noticiada pela imprensa de todo o país, não faltando sequer a informação do locus faciendi escolhido pelo ex-presidente: o hotel Golden Tulip, em Brasília.

Que se trata de uma prática criminosa, não há dúvida. Faz apenas três anos que o Supremo Tribunal Federal julgou a Ação Penal 470, o chamado “mensalão”, cujo objeto era exatamente o mesmo: a compra de consciências e votos de congressistas. Daquele julgamento resultou a prisão de vários integrantes da “organização criminosa” que a concebeu e perpetrou, alguns dos quais continuam detidos. Não há como ignorar que o famigerado “mensalão” aconteceu durante o período presidencial do Sr. Luís Inácio Lula da Silva.

Como bem sabe Vossa Excelência, os antigos “coronéis” do interior nordestino tornaram-se conhecidos como os grandes vilões de nossa história política. Mas, justiça seja feita, por execráveis que fossem suas ações de aliciamento eleitoral, eles as praticavam com recursos próprios, não com cargos e verbas públicas, como ocorre atualmente nas dependências do mencionado hotel brasiliense.

A imperiosa necessidade da intervenção de Vossa Excelência encontra-se pois claramente configurada, de um lado, pela jurisprudência do STF, firmada em conexão com Ação Penal 470 e possivelmente com outras mais; do outro, pela alta conveniência – reforçada pela proximidade da votação inicial do impeachment contra a presidente Dilma Rousseff pelo plenário da Câmara Federal- de impedir o prosseguimento da prática delituosa em curso, implicando inclusive a detenção preventiva de seu autor.

Sem outro particular, reitero-lhe nesta oportunidade os meus votos de elevada estima e apreço.
Respeitosamente,
Bolívar Lamounier

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Por CAntonio 4/07/2016 07:45:00 AM

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Presidente do partido desautoriza negociação de cargos; grupo cobra reunião do diretório
por Evandro Éboli , Simone Iglesias e Isabel Braga







BRASÍLIA - Horas antes do início da leitura do relatório do deputado Jovair Arantes (PTB-GO) na comissão do impeachment pedindo o afastamento da presidente Dilma Rousseff, o presidente nacional do PP, senador Ciro Nogueira (PI), anunciou nesta quarta-feira a permanência do partido na base aliada. Ele disse que "mais de 40” dos 57 deputados e senadores progressistas concordam com a manutenção do apoio à Dilma. Os demais, afirmou, estão liberados para votarem a favor do impeachment. A informação foi antecipada pelo colunista Ilimar Franco do blog Panorama Político.


No entanto, parlamentares do PP que defendem o rompimento da legenda com o governo divulgaram depois uma nota em que cobram a realização da reunião do Diretório Nacional para decidir sobre a questão. Na nota, o deputado Jerônimo Goergen (PP-RS) diz que 22 deputados e 4 senadores assinaram o documento de convocação da reunião do Diretório Nacional e afirmam que a reunião feita na manhã de hoje não valeu para essa finalidade.

" Nós temos que deixar bem claro que o que nós estamos aguardando é a marcação de uma reunião do Diretório Nacional, de maneira extraordinária, porque conseguimos mais de um terço de assinaturas, conforme prevê o estatuto, para que ela seja convocada e decidir a permanência ou a saída do governo”, disse Jerônimo. O deputado Júlio Lopes (PP-RJ) contestou o levantamento interno apresentado por Ciro, de que mais de 40 dos 57 deputados e senadores da sigla não concordam em romper com Dilma. “A avaliação do presidente está equivocada. A votação do impeachment traduzirá isso muito claramente. Ele não terá os votos que está dizendo que tem a favor do governo”, disse Lopes.

Mais cedo, Nogueira anunciou o cancelamento da reunião da direção partidária com as bancadas da Câmara e do Senado que estava marcada para a tarde desta quarta-feira.

— A tendência pelo rompimento só existiu na cabeça de alguns (...) Não vamos repetir o mesmo erro do PMDB — ironizou o dirigente.

Ciro disse que, apesar de se manter na base de apoio, os progressistas não estão autorizados a negociar ministérios e cargos com o Palácio do Planalto.

— Não vamos mais discutir rompimento com o governo até o final da votação do impeachment. O PP não negocia nenhum cargo, nem assume nenhum cargo até o fim desta votação. Nenhum membro do partido está autorizado, nem mesmo o seu presidente, a discutir a participação no governo Dilma ou num eventual governo Temer. Não deixamos a menos margem para essa discussão — afirmou.



No entanto, disse Ciro, as negociações ocorrerão após a votação do processo de impeachment no plenário da Câmara:

—.Isso é natural, se fazemos parte da base, é natural indicarmos membros. É a coisa mais natural do mundo. Em qualquer lugar do mundo onde há governo de coalizão é assim que funciona.

Na nota, os deputados repudiam o anúncio feito pelo presidente nacional da legenda, Ciro Nogueira (PI), de que,por maioria, o PP decidiu permanecer na base do governo Dilma.

Levantanto do GLOBO com os 65 integrantes da comissão mostra que o cenário ainda é imprevisível e que a disputa é voto a voto. Ainda faltam orientações partidárias e posições vêm sendo alteradas com a atuação do governo sobre algumas legendas, mas a oposição já reúne 30 votos a favor do afastamento de Dilma e está a três de formar maioria. Precisa, para isso, ganhar adeptos entre os 17 deputados que se declararam indecisos. Outros 18 se manifestaram contra a continuidade do processo

Fonte: O Globo

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Por CAntonio 4/07/2016 06:42:00 AM

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Podemos comemorar algo, no pais que vem sendo assaltado desde janeiro de 2003?




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Por CAntonio 4/07/2016 06:03:00 AM

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Ministro comentou decisão tomada pelo colega, que determinou que a Câmara dos Deputados analise o pedido de impeachment de Michel Temer

















O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse nesta terça-feira que nunca ouviu falar da possibilidade de impeachment de um vice-presidente da República. Em conversa com jornalistas antes da sessão da Segunda Turma do STF, Mendes disse também que a Câmara dos Deputados poderá recorrer à Corte para questionar a decisão do ministro Marco Aurélio, que determinou a abertura de processo de impedimento do vice-presidente Michel Temer.

"Eu também não conhecia impeachment de vice-presidente. É tudo novo para mim. Mas o ministro Marco Aurélio está sempre nos ensinando", ironizou.





Marco Aurélio aceitou liminar, em mandado de segurança, impetrada pelo advogado Mariel Márley Marra, de Minas Gerais, que entrou com o mesmo pedido na Câmara dos Deputados, mas foi rejeitado pelo presidente, Eduardo Cunha. A decisão do ministro foi confirmada hoje.

Em manifestação enviada ontem ao Supremo, a mesa diretora da Câmara dos Deputados diz que não aceita intervenção do Judiciário nas atividades da Casa. A mesa justificou a decisão de Cunha, que negou seguimento ao pedido de abertura de processo de impeachment contra Temer. Para a Câmara, além de tratar-se de um pedido genérico, o vice-presidente não pode responder por crime de responsabilidade, porque assume eventualmente a Presidência da República. Assim como a presidente Dilma Rousseff, Temer é acusado de assinar decretos sem previsão orçamentária. Ambos afirmam que não houve irregularidade nos decretos.

(Com Agência Brasil) Fonte: Veja

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Por CAntonio 4/07/2016 06:00:00 AM

| quarta-feira, abril 06, 2016











A tomada de Jerusalém pelo Islã e suas implicações globais.

por Adam Eliyahu Berkowitz





“Assim diz o Senhor: Estou voltando para Sião e habitarei em Jerusalém. Então Jerusalém será chamada Cidade da Verdade, e o monte do Senhor dos Exércitos será chamado monte Sagrado”.
Zacarias 8.3, NVI.



Uma guerra religiosa está sendo travada em torno de Jerusalém, com os muçulmanos reivindicando o monte do Templo como sua propriedade exclusiva e exigindo soberania sobre a cidade. Todavia, a base para tal reivindicação, universalmente aceita pelos governos estrangeiros, é, de fato, inexistente. Um político israelense adverte que essa apropriação fraudulenta da capital eterna dos judeus é meramente um prelúdio para os planos islâmicos para a Europa e para a América.


O ponto crucial da reivindicação de Jerusalém é a mesquita al Aqsa no monte do Templo. Frequentemente mencionada como o terceiro sítio mais sagrado do islamismo, ela é tida como o local de uma jornada noturna miraculosa que Maomé fez de Meca a Masjid al-Aqsa (“a mesquita mais distante”, em árabe), embora seja improvável que o lugar desse [suposto] milagre seja a al Aqsa em Jerusalém.



Isto ocorre parcialmente porque “a mesquita mais distante” é entendida por estudiosos do Corão como uma metáfora, significando “entre o céu e a terra”, e não como um local específico. Mesmo como uma referência geográfica, Israel, mencionado no Corão (30.1) como “a terra mais próxima” (adna al-ard), é um candidato improvável.



Na verdade, embora Jerusalém seja mencionada na Bíblia 669 vezes, e a palavra Sião, que é sinônimo de Jerusalém, seja mencionada 154 vezes, nenhuma dessas duas palavras aparece uma única vez no Corão.



Outro defeito na teoria da correlação da mesquita com Maomé é que, na ocasião da viagem dele, não havia mesquitas em Israel e o início modesto da [construção da] al Aqsa não ocorreu até várias décadas depois da morte de Maomé (632 d.C.).



Também é significativo que, a despeito de ser coberta por mosaicos e caligrafia árabe, não há na mesquita nenhuma referências à suposta jornada de Maomé ao sítio.



Embora Maomé inicialmente tenha usurpado a prática judaica de orar voltado para Jerusalém -- como ele fez com muitas outras práticas, raciocinando: “Temos mais direito sobre Moisés do que vocês” (Ibn Abbas, Número 222) --, mais tarde ele estabeleceu que a oração deveria ser feita voltada para Mecca (qibla). Esse foi um teste para medir o tamanho da população dos judeus de Medina, pois, por meio da direção para a qual eles se voltassem enquanto oravam, seriam claramente revelados os verdadeiros islamitas.



De acordo com Maomé, um verdadeiro muçulmano vira as costas para Jerusalém enquanto está orando.



Muitas vezes o Domo da Rocha é chamado, erroneamente,[1] de al Aqsa. A ignorância sobre o monte do Templo no islamismo é tão prevalecente que até mesmo vários sites islâmicos têm tentado educar seu público. JustIslam[2] observou que “muitas pessoas têm quadros em suas casas mostrando a mesquita errada! Ela é um dos três lugares mais sagrados”.



Na verdade, o Domo da Rocha, construído pelo califa Abd al'Malik [em 691 d.C], depois da morte de Maomé [em 632 d.C.], foi escolhido precisamente porque era o local dos templos judeus, e não por causa de seu significado para o islamismo. Ele é anterior à mesquita al Aqsa e, embora mais tarde tenha sido incorporado ao complexo da mesquita, sua construção não teve nada a ver com a história de Maomé.



O lugar foi escolhido com base no conselho de um judeu, Ka'ab al-Ahbâr, um rabino do Iêmen que se convertera ao islamismo e que levou os árabes ao local da antiga Pedra do Fundamento*, capacitando-os a erigirem o Domo da Rocha em cima da Pedra.



O sítio foi bastante insignificante para os muçulmanos até que Israel conquistou o monte do Templo em 1967. Fotografias dos anos 1950 mostram um complexo negligenciado e avariado, com ervas daninhas crescendo entre as pedras e pouquíssimos visitantes.



Atualmente, a Autoridade Palestina[3] exige que Jerusalém seja sua capital e, para ela, este é um ponto não negociável no processo de paz, a despeito de não haver precedentes de Jerusalém ser a capital de um país islâmico.



Em 2001, Daniel Pipes,[4] presidente do Fórum do Oriente Médio, descreveu a história da ambivalência muçulmana com respeito a Jerusalém, apontando que, durante o Mandato Britânico, “o governo britânico reconheceu o interesse mínimo dos muçulmanos por Jerusalém durante a Primeira Guerra Mundial”.



A Grã-Bretanha decidiu não incluir Jerusalém nos territórios a serem designados aos árabes porque, como disse o negociador chefe britânico, Henry McMahon: “Não havia lugar (...) suficientemente importante (...) ao sul de Damasco, ao qual os árabes atribuíam importância vital”.



Pipes também relatou uma parte da história que ilustra a avaliação árabe de Jerusalém como de somenos importância. Em 1917, “Jamal Pasha, o comandante-em-chefe otomano, instruiu seus aliados austríacos a “explodirem e mandarem Jerusalém para o inferno” se os britânicos entrassem na cidade”, escreveu ele.



Quando solicitamos a Pipes uma atualização sobre como esta teoria está funcionando atualmente, sua resposta foi amarga: “Um padrão de catorze séculos de duração sugere que, enquanto Israel controlar Jerusalém, os muçulmanos responderão focalizando a cidade e querendo dominá-la”. E ele teorizou: “A intifada das facas é a tática deste momento com este objetivo; depois que ela fracassar, deve-se esperar outra, e mais outra depois desta”.



Moshe Feiglin, presidente do partido Zehut em Israel e vice-porta-voz anterior do Knesset, viu uma ameaça mais universal e sinistra na tentativa árabe de dominar Jerusalém. “Isto é parte da cultura islâmica e de seu conceito sobre uma entidade nacional, que é diferente do conceito ocidental ou do conceito dos judeus. Os muçulmanos creem que, se eles conquistarem Jerusalém, cultural e depois fisicamente, a cidade pertencerá ao islamismo, mesmo que não exista nenhuma conexão histórica ou religiosa com o islã”.



Jerusalém está na agenda deles agora, mas em breve o islamismo irá em busca de outras cidades. Feiglin advertiu: “Assim como eles veem uma ligação com Jerusalém, eles já estão vendo uma ligação com Nova York e com cidades na França”.





* Sobre a qual Abraão ia sacrificar Isaque e sobre a qual ficava o Santo dos Santos.



Notas:








Adam Eliyahu Berkowitz é um colunista do noticiário Breaking Israel News. Ele emigrou para Israel em 1991 e serviu nas Forças da Defesa de Israel como médico combatente.

Publicado na revista Notícias de Israel 5/2016 – www.beth-shalom.com.br

Fonte: Mídia Sem Máscara

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Por CAntonio 4/06/2016 07:21:00 AM

| terça-feira, abril 05, 2016










por Luis Dufaur






A Sra. Steen não foi contratada como parteira, pois não queria realizar abortos na Clínica de Mulheres de Nyköping, Suécia. Ela explicou a sua posição à chefe da unidade de enfermagem que, em consequência, se negou a contratá-la, informou o site Infocatólica

Com efeito, a Sra. Steen recebeu carta da gerência: “Não temos a política nem o costume de deixar espaço algum à objeção de consciência. Não podemos nem queremos trabalhar com tais exceções”. 

E a chefe foi ainda mais longe ao entrar em contato com outro possível empregador para denunciar as convicções da pretendente a emprego, que igualmente cancelou a entrevista dela.

O caso já conta com antecedentes na Suécia. Outra parteira, Ellinor Grimmark que se opôs a participar num aborto foi processada e perdeu num tribunal sueco em novembro de 2015.

Em virtude de sua objeção de consciência, três hospitais se negaram a contratá-la. A sentença lhe obriga a assumir a custa de todo o processo, quase 500 mil reais.

A ADF International (Alliance Defending Freedom) – aliança legal que advoga o direito das pessoas a viver livremente sua fé – se engajou a fim de defender as parteiras nesses casos. 

Por outro lado, Robert Clarke, expert em direitos humanos, declarou que “a Suécia padece de um grave problema de direitos humanos: mais uma parteira foi obrigada a introduzir um processo judicial porque não quis praticar abortos”.

Para ele, “essas parteiras foram certificadas para trazer a vida ao mundo. Mas agora estão sendo punidas por se negarem a fazer algo que acreditam ser moralmente incorreto”. Os “direitos humanos” em mais essa situação estão sendo explorados para destruir a moral e a ordem natural e cristã. 

Às crianças que serão assassinadas não lhes são reconhecidos esses direitos. E as parteiras que querem salvar essas crianças tampouco os têm. 

Esses “direitos humanos” proclamados como conquista da humanidade pela Revolução Francesa igualitária e anticristã, neste caso, como em muitos outros, revelam esconder em seu bojo um satânico embuste.

Fonte: Valores Inegociáveis 

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Por CAntonio 4/05/2016 05:05:00 AM

| domingo, abril 03, 2016











Quem está COM Dilma:

(1) 97% dos artistas, de olho no orçamento de R$ 3 bilhões do MinC, além de outros R$ 1,3 bi captados anualmente via leis de incentivo e desonerações, muitas vezes para financiar livros que ninguém quer ler, músicas que ninguém quer ouvir, e filmes que ninguém quer assistir;

(2) 98% dos intelectuais orgânicos, formados ou docentes em universidades públicas (a maior parte em Humanidades), fortemente dependentes de órgãos como Fundação Capes e CNPq, por sua vez vinculados a dois ministérios (MEC e MCT) com orçamentos combinados de mais de R$ 100 bilhões;

(3) 70% da imprensa, salivando por uma parte dos R$ 13,9 bilhões gastos em publicidade oficial de 2003 a 2014;

(4) 99% dos "movimentos sociais" e Organizações Não Governamentais que só sobrevivem a base de muito dinheiro governamental. De 2003 a 2007, por exemplo, 43 entidades ligadas ao MST receberam R$ 152 milhões em recursos públicos. Além de dinheiro, essas entidades, claro, querem ver suas pautas albergadas em leis e "políticas públicas" oficiais, que nunca são democraticamente votadas, mas ao invés disso são decididas em reuniões de gabinete com 3 ou 4 iluminados;

(5) 90% dos funcionários públicos, cujos vencimentos, pagos com dinheiro retirado à força dos contribuintes, tiveram desde 2003 aumento real de 2 a 3 vezes superior aos trabalhadores da iniciativa privada, dependendo da categoria;

(6) 100% dos sindicatos, que arrecadam R$ 2 bilhões ao ano em imposto sindical, fruto do confisco de um dia por ano dos trabalhadores.

Quem está CONTRA Dilma:

(1) Você.

Você, que não depende de editais da Lei Rouanet para viver, uma vez que você não insiste em produzir filmes que ninguém quer assistir.

Você, que estudou para aprender uma profissão e ser capaz de pagar as próprias contas e sustentar a própria família, e não com pretensões de mudar o mundo e dobrar as pessoas aos seus princípios.

Você, que não recebe para dar opinião a favor do governo.

Você, que não vive de tomar o que é dos outros via confisco e desapropriação.

Você, que não tem estabilidade no emprego, e precisa efetivamente produzir produtos ou serviços com utilidade e qualidade suficientes para que as pessoas queiram adquiri-los voluntariamente.

Você, que é funcionário público mas que se preocupa em merecer o salário que ganha, e não em virar algum aspone.

Você, que não precisa consultar o noticiário para saber que a inflação aumentou, que a carga tributária aumentou, que o desemprego aumentou, simplesmente porque não vive na Terra do Nunca da propaganda oficial e dos livros de História do MEC, e sente tudo isso na pele todo santo dia.

FIM.
Por Rafael Rosset

Por CAntonio 4/03/2016 08:16:00 AM

| terça-feira, março 29, 2016








HILLARY, SOROS E PLANNED PARENTHOOD UNIDOS PELO ABORTO






O filho de bilionário pró-aborto George Soros doou US $ 1 milhão para o braço político da indústria do aborto, a Planned Parenthood. A companhia do aborto aprovou e está trabalhando ativamente para eleger presidente a ativista do aborto Hillary Clinton e está enterrando $20 milhões numa campanha para empurrá-la para a Casa Branca.

Não é de estranhar que a família Soros promova tanto o aborto quanto a corporação abortista Planned Parenthood. O Washington Free Beacon tem mais sobre a doação:

Jonathan Allan Soros, o diretor executivo da JS Capital Management LLC e filho do bilionário liberal (esquerdista) George Soros, fez uma doação de US $ 1.000.000 para a Planned Parenthood Votes durante o mês de fevereiro, como mostram os recém-publicados registos da Comissão Eleitoral Federal.

Planned Parenthood Votes, o braço de ação política da Planned Parenthood, recebeu doações de 11 indivíduos, totalizando US $ 2,723,297.17 em fevereiro. A contribuição de Jonathan foi o dobro da segunda maior doação dada ao grupo.

Jay Pritzker, sócio-diretor do Grupo Pritzker, uma empresa de investimento, fez a segunda maior contribuição de fevereiro, no valor de R$ 500.000.

Jonathan Soros não é o único membro da família de Soros a bombear dinheiro para a Planned Parenthood Votes este ano.

O grupo arrecadou US $ 538,585.18 de apenas cinco doadores em janeiro, incluindo $ 250.000 de Andrea Soros Colombel, presidente da Trace Foundation e filha de George Soros (ver tabela da Federal Election Committee).

NOTA DO EDITOR: Papai Soros já havia doado 8 milhões diretamente para a campanha de Hillary em 2015.

Tradução: William Uchoa

Fonte: Heitor de Paola

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Por CAntonio 3/29/2016 05:37:00 AM

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por Daniel Greenfield




Um soldado israelense disparou num terrorista abatido de quem ele suspeitava estar usando um colete bomba. A esquerda, então, liderou um linchamento político contra ele. Mas, enquanto ele tenha sido traído, muito previsivelmente, por crápulas políticos corruptos como Yaalon e Eizenkot, os israelenses comuns, especialmente os veteranos, estão se reunindo em sua defesa.

Manifestantes agitando cartazes, tocando buzinas e gritando slogans se reuniram em Beer Sheva em frente à Prisão No. 4 no sábado à noite, onde o soldado está preso.

Eles carregavam cartazes que diziam: "Eizenkot, precisamos de um chefe de estado maior israelita, não de um belga." Mais manifestações de apoio dos soldados são esperadas sábado à noite.

"Servi na Judéia, Samaria, Gaza, em todos os lugares, e perdi amigos em todos esses lugares. Eu sei o que é a guerra. Isto é uma guerra", disse um manifestante.

Outro manifestante, também um veterano das IDFs disse: "O governo fica falando de uma onda de terror, uma onda de terror. Isto não é uma onda de terror, isto é uma guerra. É uma guerra.

"Como você sabe quando um terrorista está neutralizado? Se suas mãos estiverem algemadas, tudo bem. Se ele leva um tiro na cabeça, então tá, você sabe. Mas se ele levou uma bala numa perna, ele ainda pode se mover. Se ele levou uma bala num braço ou em outro lugar, ele ainda pode se mover– e eles se movem. Nós já vimos isso, e nós vimos soldados morrerem por causa disso. Então isso não é estar neutralizado. Neutralizado é quando você sabe que ele não pode se mover."

A irmã do soldado também se pronunciou.

O soldado, um médico no batalhão Shimshon da Brigada Kfir, no último Dia da Independência ganhou um certificado de "excelente combatente do batalhão". Muitos políticos e altos oficiais militares condenaram imediatamente os disparos no terrorista, um dos dois que tinham atacado e esfaqueado um soldado israelense.

A irmã do soldado escreveu em sua página no Facebook: "Vocês enviaram um jovem para defender a nação de Israel, por isso defendam-no quando algo acontece. Isso não aconteceu numa viagem de turma, ou mesmo durante o treinamento, aconteceu na arena de um ataque. Meu irmão mais novo abateu um terrorista que veio com uma faca para assassinar um efetivo das IDFs em Hebron, e de repente o meu irmão mais novo, em nosso Estado de Israel, é um suspeito de assassinato de acordo com o julgamento militar. "

"O sistema esfaqueou meu irmão pelas costas", concluiu.

O sistema tem atraiçoado soldados israelenses por gerações. Mas os chefes de Estado maior das FDI obtêm um caminho fácil para suas carreiras políticas depois da reforma.

Tradução: William Uchoa

Fonte: Heitor de Paola

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Por CAntonio 3/29/2016 04:56:00 AM

| sexta-feira, março 18, 2016







Para desmantelar o estado, temos de ser “oportunistas” e não “gradualistas”
por Joseph Salerno (*),





No que tange às possíveis estratégias para diminuir radicalmente o governo, ou até mesmo aboli-lo, muitos libertários se perdem ao recorrerem a uma falsa dicotomia: o estado, dizem eles, pode ou ser esmagado com um só golpe ou ser diminuído gradualmente de acordo com um plano pré-determinado. 

Estas são, segundo eles, as únicas duas alternativas.

Só que há vários problemas em se abordar a questão desta maneira. Primeiro e acima de tudo, esse "demolicionismo" não é uma estratégia, mas sim uma fantasia adolescente. É o produto de reflexões preguiçosas feitas por entusiasmados (normalmente jovens) recém-convertidos ao libertarianismo. Os meios e os fins do demolicionismo nem sequer podem ser proclamados de uma maneira coerente. 

Por exemplo, o objetivo dos demolicionistas seria fazer com que o estado suma literalmente da noite para o dia, ou eles concederiam algum tempo para que os políticos, os burocratas e os militares fizessem suas malas e liberassem seus gabinetes? Ou, ainda, eles prefeririam que esses burocratas fossem forçosamente ejetados de seus cargos e enviados para a cadeia?

E quais medidas os demolicionistas adotariam para induzir todos os ocupantes do aparato estatal a simultaneamente abandonarem seus cargos? Estariam os demolicionistas contando com uma brilhante campanha propagandística, a qual geraria uma espontânea conversão ao libertarianismo entre os juízes e todos os membros do legislativo e do executivo? Ou irão os demolicionistas incitar uma "rebelião tributária" populista e possivelmente um motim entre os níveis hierárquicos mais baixos das forças armadas, colocando um fim abrupto ao estado?

Toda essa noção de se derrubar abruptamente o estado — especialmente um estado poderoso, abrangente e visto como o salvador por milhões de cidadãos — é tão ilógica, que é difícil acreditar que algum libertário defenderia essa posição.

Com efeito, a posição demolicionista é um espantalho. Ela é criada para fazer a estratégia gradualista parecer a única sensata e razoável. É difícil identificar um atual pensador libertário eminente que já tenha, em algum momento, defendido o demolicionismo como estratégia.

O que Rothbard realmente disse

No entanto, alguém pode responder dizendo que Murray Rothbard, em seu artigo "Você odeia o estado?",apresentou uma distinção entre o que ele rotulou de "gradualistas" e "abolicionistas". Mas, no artigo, ele não estava fazendo uma distinção entre estratégias, mas sim entre atitudes intelectuais e emocionais em relação ao estado. Ele então descreveu o "abolicionista" — seja ele um anarcocapitalista ou um minarquista — como sendo "um 'apertador de botões' que pressionaria seu polegar contra um botão que abolisse o estado imediatamente, se tal botão existisse".

Rothbard prosseguiu e afirmou que, no entanto, "o abolicionista também sabe que, infelizmente, tal botão nãoexiste." Observe a ênfase de Rothbard na palavra "não". Logo, embora Rothbard fosse um abolicionista que detestava passionalmente o estado, rotulando-o de "inimigo bestial e espoliador" da humanidade, ele enfaticamente rejeitou o demolicionismo como estratégia realista. 

Em termos de atitude, o completo oposto do abolicionista "apertador de botões", para Rothbard, seria o economista formado na Escola de Chicago que "dá conselhos em prol da eficiência", e que vê o estado como sendo um arranjo meramente menos eficiente do que a economia de livre mercado para fornecer todos os — ou, para o minarquista, a maioria dos — "bens públicos".

Os chicaguistas e os friedmanianos entusiastas da eficiência não têm nenhum grande ódio pelo estado, o qual está, afinal, provendo a sociedade com bens e serviços necessários, embora a custos mais altos do que aqueles que seriam cobrados em um mercado concorrencial.

Temos de ser "oportunistas"

Dado que a irreal e inútil abordagem demolicionista deve ser descartada, qual seria então a alternativa realista à estratégia gradualista? Antes de respondermos a essa pergunta, temos de analisar mais minuciosamente o gradualismo.

De acordo com um recente artigo gradualista, o gradualismo possui duas características essenciais. 

Primeiro, ele tem o objetivo de "diminuir" o estado "passo a passo" e não o de "pular, de uma só vez, para o estado mínimo ou para uma sociedade sem estado". De acordo com essa forma de pensamento, essa postura estratégica permitiria que os libertários construíssem coalizões com grupos não-libertários que tenham em comum o objetivo de diminuir ou eliminar intervenções estatais em determinadas áreas — por exemplo, a guerra às drogas ou a imposição de um salário mínimo —, mas que não aceitam o objetivo libertário supremo de abolir o estado ou radicalmente minimizar seu poder e escopo.

Mas praticamente nenhum libertário — e muito menos o abolicionista — negaria que colaborar com grupos que possuem agendas políticas distintas é algo estrategicamente sensato quando há o objetivo comum de se reduzir a intervenção estatal em uma determinada área.

É a segunda característica da posição gradualista que apresenta um sério problema e que a torna não apenas inútil, mas também contraproducente. Trata-se da ideia de que a retração do estado deve ser conduzida pelo seguinte princípio moral: os programas do governo devem ser eliminados em uma sequência especificamente criada para proteger, dentre todos os explorados pelo estado, aqueles mais empobrecidos e evitar que eles sofram uma perda abrupta dos privilégios e subsídios que eventualmente recebam.

É nesse quesito que o problema com a estratégia gradualista se torna imediatamente evidente. Gradualistas pressupõem que podem planejar, a priori, a ordem na qual as intervenções poderão ser eliminadas, sem levar em conta a realidade sócio-política. Mas essa seria uma postura utópica, beirando o pensamento fantasioso. No mundo real, o máximo a que podemos aspirar é aproveitar e agarrar cada pequena oportunidade de desmantelamento do estado que eventualmente surja ao longo do desenrolar dos eventos da realidade histórica. 

Aquilo que podemos chamar de "oportunismo" nada mais é do que a estratégia de aproveitar e agarrar cada rara oportunidade eventualmente surgida de fazer retroceder o estado, independentemente da natureza da oportunidade ou da estrutura das outras intervenções vigentes.

O oportunista, portanto, não quer nem demolir o estado da noite para o dia e nem seguir um plano — delineado a priori — extravagante e fantasioso de diminuir o estado de uma maneira mais "humana". Ao contrário, ele querdesmantelar o estado o mais rapidamente possível, tirando proveito de toda e qualquer oportunidade que eventualmente surja em meio ao infindável e instável fluxo de circunstâncias sociais, econômicas e políticas.

A característica definidora do gradualismo, portanto, não é sua propensão a fazer concessões em termos táticos, nem a de baixar o tom de sua retórica radical, e nem a de cooperar com grupos não-libertários sempre que isso for resultar na eliminação de programas de governo (com efeito, essas medidas são a própria essência do oportunismo). Não, o elemento essencial do gradualismo é o seu atemporal imperativo ético que estipula uma ordem pré-definida na qual as intervenções estatais devem ser reduzidas e eliminadas. 

A diferença entre oportunismo e gradualismo pode ser ilustrada no seguinte exemplo.

Suponha que uma crítica massa de pagadores de impostos de classe média se torne profundamente ressentida com todo o esquema de assistencialismo estatal para os pobres (via programas de redistribuição de renda) e para os grandes empresários (via programas de subsídios e empréstimos subsidiados). Suponha também que, por algum motivo imprevisto, torne-se politicamente factível eliminar por completo toda essa rede de assistencialismo.

No entanto, as seguintes intervenções estatais continuariam firmemente intactas: as leis estipulando um salário mínimo, os encargos sociais e trabalhistas, as regulamentações de profissões (todas elas dificultam os mais pobres, agora desassistidos, de conseguirem empregos), as tarifas de importação criadas para proteger as grandes empresasda concorrência estrangeira, e as agências reguladoras voltadas para cartelizar o mercado e garantir uma reserva de mercado para as empresas já estabelecidas (o que significa que não haveria reduções nos preços, também possivelmente prejudicando os pobres que ficaram desassistidos).


Nesse caso, um gradualista consistente e coerente, que defende uma redução ordenada e planejada do estado, teria de abrir mão dessa chance de reduzir o estado.

Já o oportunista, em profundo contraste com o gradualista, iria aprovar e ansiosamente promover a eliminação desses programas, adaptando e até mesmo moderando com satisfação sua retórica anti-estado ao se juntar a grupos não-libertários para formar uma frente unida em prol da abolição desses programas.

Conclusão

A estratégia do oportunismo anda de mãos dadas com a atitude do abolicionismo. 

O oportunista agiria o mais rapidamente possível em busca do seu objetivo de abolir o inimigo odiado — o estado —, sendo restringido apenas pela escassez de meios e pelo ritmo do surgimento de condições políticas e sociais concretas.



(*)Joseph Salerno é o vice-presidente acadêmico do Mises Institute, professor de economia da Pace University, e editor do periódico Quarterly Journal of Austrian Economics.

Tradução de Leandro Roque

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Por CAntonio 3/18/2016 06:59:00 AM

| quinta-feira, março 17, 2016









por Abha Shankar






As crianças tornaram-se um grupo alvo chave para o recrutamento por grupos terroristas que estão cada vez mais se voltando para as mídias sociais para mostrar seus esforços bem-sucedidos em doutriná-los para a jihad. Em janeiro, por exemplo, Wilayat Khorasan (ou "Província de Khorasan"), a ramificação do Estado Islâmico (ISIS) na região do Afeganistão e Paquistão, divulgou um vídeo de propaganda, intitulado "Filhotes do Campo do Califado" que mostrou meninos passando por treinamento para a jihad (foto).




As imagens de vídeo mostraram garotos vestidos com camuflagem aprendendo a disparar rifles de assalto Kalashnikov. Informa-se que o centro de treinamento, provavelmente localizado na província oriental afegã de Nangarhar, é a quarta instalação desse tipo de treinamento do Estado Islâmico na região.

Acampamentos semelhantes estão florescendo abertamente na Síria e no Iraque, onde as crianças estão sendo ativamente recrutadas pelo ISIS para servir como a próxima geração de combatentes do grupo terrorista. Um novo relatório publicado no CTC Sentinel do Combating Terrorism Center de West Point afirma que, no ano passado, pelo menos 89 crianças-soldados do sexo masculino foram elogiadas como "mártires" no Twitter, bem como no canal oficial do Estado Islâmico, Telegram. As crianças-soldados vieram de países tão variados como Iraque, Síria, Iêmen, Líbia e Nigéria, Iêmen, Arábia Saudita, Tunísia, Líbia, Reino Unido, França e Austrália.

Quatro por cento das crianças-soldados morreram realizando missões suicidas e outros 18 por cento eram inghimasis (que significa "mergulhar" em árabe) – isso significava que as crianças lutaram ao lado adultos para atacar posições inimigas com armas automáticas leves e, posteriormente, se mataram ao detonar coletes suicidas, disse o relatório.

As fotografias publicadas das crianças mártires mostrra um consistente "tema de felicidade com a perspectiva do martírio."




As crianças podiam ser vistas "em pé em pomares e prados, cenário presumivelmente escolhido para ecoar o paraíso para o qual eles achavam que estavam destinados."

Outra conclusão importante do relatório era que, ao contrário de outros conflitos, onde as crianças-soldados são uma "estratégia de último recurso" e servem para substituir adultos em batalha, as "crianças soldados" do ISIS estão lutando lado a lado, mais do que em lugar dos homens adultos. "

O recrutamento de crianças não só garante uma próxima geração de combatentes para um grupo terrorista, mas também torna mais fácil a lavagem cerebral de mentes jovens impressionáveis. "Isso já foi feito pelas mesmas razões por Hitler com a Juventude Hitlerista," Charlie Winter da Fundação Quillam, um think tank contra-terrorista com sede em Londres, disse à NBC News.

"Não há termo mais adequado para isso do que lavagem cerebral", Winters acrescentou. "Essas crianças não terão nenhum ponto de referência diferente do jihadismo de modo que a ideologia vai ser muito mais firme em suas cabeças e muito mais difícil de desalojar."

Em outubro, o Canal de Notícias 4 com sede em Londres publicou um vídeo que mostrou exemplos do ISIS "desenvolvendo uma nova geração para o Califado para lutar contra os infiéis." As crianças passam por um rigoroso treinamento físico e juram lealdade ao grupo terrorista, declarando: "Devo ouvir e obedecer mesmo se eu tiver que morrer."

Um ex-instrutor que escapou de um tal campo depois de ter ficado "desiludido pela escala da violência" perpetrada pelo ISIS confessou que o grupo terrorista convence crianças para a jihad, dizendo-lhes que "Está escrito no Alcorão que você tem que lutar a jihad" e que "todos nós vamos morrer mártires e alcançar o céu, todos nós."

As crianças que se recusam a lutar a jihad em nome do ISIS não apenas se arriscam a morrer, mas também sofrem o risco da tortura e outras penas. Em um exemplo horrível, o ISIS cortou mão e um pé de um menino de 14 anos de idade com uma faca de açougueiro como um aviso para as outras crianças não resistirem em pegar em armas em apoio do grupo. O ISIS disse às crianças e adolescentes reunidos: "Este homem é um infiel por isso vamos cortar a mão e pé", e "todos os que lutam contra nós vão ter suas mãos e pés cortados."

As crianças também são incentivadas a espionar seus pais que, por sua vez, se ariscam a morrer se forem contra os filhos se juntarem ao grupo terrorista.

Em julho, o ISIS divulgou um vídeo mostrando um menino decapitando um soldado servindo no Exército Sírio sob a vigilância de um militante sênior perto da antiga cidade de Palmyra. No início do ano passado, o ISIS divulgou outro vídeo que mostra um menino que parecia ter menos de 15 anos de idade decapitar dois supostos espiões russos. Em outro exemplo, Khaled Sharrouf, que deixou a Austrália para aderir aos combatentes do Estado islâmico na Síria, postou uma foto de seu filho jovem segurando uma cabeça decapitada de um homem.

Grupos como o ISIS têm "agressivamente se interessado pelo recrutamento de crianças, oferecendo palestras gratuitas e instruções que incluíam armas e outros treinamentos militares", disse um relatório da Human Rights Watch.

Isto foi confirmado por um relatório das Nações Unidas, que afirmou que crianças a partir dos 12 ou 13 estão sendo recrutados pelo ISIS para se submeter a treinamento militar em Mosul, Iraque. Os meninos que tinham sido recrutados à força por parte do Estado islâmico, mas conseguiram escapar confessaram às suas famílias que tinham sido "forçadas a formar a linha de frente para proteger" os combatentes, bem como coagidos a doar sangue para combatentes feridos. O ISIS também usa crianças para fins de propaganda, como o exemplo de militantes forçando duas crianças doentes em um hospital de câncer em Mosul a posar para fotos segurando a bandeira do Estado islâmico que foram posteriormente publicadas na Internet.

O Estado Islâmico também tem utilizado a Internet para seduzir as moças para a jihad. Salas de chat online rotineiramente aconselham as meninas "sobre como desobedecer discretamente seus pais e fugirem" para o Estado islâmico. Quando as meninas expressam preocupação com o custo financeiro da viagem, elas são instruídas a "entrar em contato em particular e que vamos ajudá-la." O grupo terrorista também criou um "bureau de casamento" na província de Aleppo, no norte da Síria para "mulheres solteiras e viúvas que gostariam de se casar com combatentes do ISIS."




O recrutamento de crianças para a jihad não se restringe apenas ao Estado Islâmico. Um relatório no Jafrianews.com afirma que o Taliban recrutou centenas de crianças para empreender a jihad no Afeganistão e no Paquistão desde 2006. Vários recrutas juvenis se afiliam ao Talibã de boa vontade para vingar a morte de membros da família. Os novos voluntários, em seguida, passam por um "processo de motivação sistemática" onde "eles os fizeram assistir filmes em vídeo, mostrando a tortura física e morte de mulheres e crianças muçulmanas [sic] em Caxemira, Afeganistão, Chechênia e na Somália por quem eles chamam de infiéis", disse o relatório.

Em uma reportagem de Maio sobre crianças-bomba, o programa 60 Minutes da CBS News observou que crianças a partir dos 7 estão sendo recrutados como homens-bomba no Afeganistão e no Paquistão. "As crianças aceitam o que você diz bastando falar com elas apenas duas vezes", disse um comandante talibã. "Elas podem ser usados em ataques de riquixá (1), bicicleta ou motocicleta."

A formação leva de quatro a sete meses, acrescentou, e os recrutas eram selecionados para tarefas diferentes com base em suas habilidades, incluindo para o trabalho de um homem-bomba.

Documentos do Joint Intelligence Group da prisão militar americana na Baía de Guantánamo incluiu depoimentos de detentos que detalharam os métodos empregados pelo Taliban para doutrinar as crianças. "O Taliban usava a interpretação linha-dura do Alcorão como uma ferramenta de recrutamento" e "Os jovens estão mais dispostos a se martirizar devido à sua falta de raciocínio quanto a tirar vidas inocentes", como mostram os documentos.

No documentário da PBS, Children of the Taliban (Filhos do Taliban), o jornalista Sharmeen Obaid Chinoy entrevistou o comandante talibã, Qari Hussain, que se gabava de recrutar crianças a partir dos cinco anos. "As crianças são ferramentas para alcançar a vontade de Deus. E o que quer que venha à sua maneira, você o sacrifica", disse Hussain.

O recrutamento de crianças também é generalizado entre os grupos terroristas que operam na África. No Mali, os jihadistas recrutam crianças pobres de áreas rurais que foram enviadas para escolas islâmicas distantes de suas famílias, que não têm dinheiro para pagar as suas despesas escolares ou para alimentá-las. Às vezes as crianças se oferecem como voluntárias para se juntarem ao grupo terrorista por dinheiro ou seguindo doutrinação nas escolas religiosas.

Na Nigéria, o Boko Haram está utilizando meninas entre as idades de 11 e 15 como mulheres-bomba para espalhar o terror na região. "É mais fácil para mulheres e meninas escorregarem em multidões onde elas podem realizar atrocidades em massa do que para os homens", Mausi Segun, pesquisador nigeriano do Human Rights Watch na cidade capital de Abuja, explicou. "No norte da Nigéria, a vestimenta da mulher lhe dá a possibilidade de mover-se com todos os tipos de coisas sem serem detectadas Ela usa um longo e volumoso véu na cabeça que chega, às vezes, até os tornozelos – e, além disto, as forças de segurança não são propensas a examinar mulheres. "

O grupo terrorista palestino Hamas tem dado treinamento militar a crianças na Faixa de Gaza para lutarem contra Israel através de acampamentos de verão especificamente criados para a finalidade por vários anos. Em março de 2015, o Centro para Pesquisa de Políticas do Oriente Próximo (CNEPR) com sede em Israel divulgou um documentário, "Children’s Army of Hamas” (Exército de Crianças do Hamas), que mostra profusão de imagens da formação e doutrinação de acampamentos de verão do Hamas, incluindo crianças envolvidas em prática de tiro com rifles de combate, foguetes e equipamentos anti-aeronaves. O líder político do Hamas, Ismail Haniyeh pode ser ouvido na conclusão do documentário dizendo: "Judeus, cuidado! Esta geração não tem medo de confrontá-los em seus centros Esta é a geração das pedras! Esta é a geração dos mísseis! Esta é o geração dos túneis! Esta é a geração dos homens-bomba!"

O Hamas tem usado seu braço de mídia, Al-Aqsa TV, para doutrinar as crianças palestinas e glorificar a jihad por anos. Em 2007, o programa de televisão, "Pioneiros do Amanhã" contou com uma imitação de Mickey Mouse chamado Farfour. Durante várias semanas, Farfour e seus apresentadores infantis pediram que as crianças resistissem violentamente a Israel, ao mesmo tempo divulgando a supremacia do Islam. Após Farfour se recusar a sucumbir à pressão das "autoridades" para desistir de sua terra, seu colega apresentador Saraa informou aos espectadores que ele tinha sido "martirizado às mãos dos criminosos, assassinos de crianças inocentes ...."

(1) Riquixá – carro de transporte de 2 rodas puxado por uma pessoa. Comum no oriente. O vocábulo "riquixá" vem da palavra japonesa jinrikisha (onde jin =humano, riki= tração, sha = veículo), que literalmente significa "veículo de tração humana".

Tradução: William Uchoa

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Por CAntonio 3/17/2016 05:50:00 AM